Sabe aquelas histórias em que alguém descobre que vai morrer em pouco tempo e então decide mudar sua vida e fazer tudo o que sempre quis? Pois bem, eu sempre achei essas pessoas um tanto estranhas. Pessoas más acabavam virando boazinhas, seus maus hábitos se ajeitando, decidiam viver aventuras, cumprir promessas, realizar sonhos... Nisso eu pensava, se elas sabem que não estão vivendo a vida como gostariam, por que viviam daquele jeito? Precisavam mesmo de uma sentença de morte pra mudar?
Depois de ver muitas histórias assim, decidi que isso era idiota. Se eu um dia descobrisse que tinha uma doença terminal, ia continuar a viver minha vida exatamente como era. Hoje entendo que realmente não é possível isso, você faz certas coisas que não quer ou que são perda de tempo porque o futuro existe. Não levar isso em consideração seria leviano e irresponsável. Mas bem... o ideal seria sempre ficar o mais próximo possível de uma vida que você não se arrependa de ter vivido. O grande dilema.
Vulgo MAS! O contrário da contraparte do contrapé. Pegando o contracheque do contrato com o contratante. Não deixando de provar o contrafilé. Ajustando o contraste. Faço o contra-senso, talvez a contragosto, mas nunca contra a vontade. Contraproducente, mais por causa do contramestre. Não contradiga o contraregra, só dê um contragolpe. Nunca se ouve o contrabaixo. Contrapondo o contrapeso.
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Mudança de Rumo
Comecei esse blog pensando em fazer algo mais gutural(?) do que simplesmente falar dos meus hobbies, o que acontece no meu dia, e o que eu julgo importante. Queria pegar aquelas bobagens e filosofadas que surgem na cabeça em momentos estranhos do dia e colocar aqui de um jeito dinâmico e possivelmente engraçado. Mas, mudei de ideia. Nessas férias vi que meus hobbies tomam mais tempo meu do que qualquer outra coisa, e por isso tenho muita coisa que poderia comentar sobre eles. É o que estou me sentindo mais motivado pra escrever no momento, então pronto, que entrem os palhaços.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Comum
Conheço uma pessoa. Conversamos, nos damos bem, trocamos contato, fazemos coisas juntos. Dividimos momentos difíceis e alegres, alguns longos, outros mais breves. Trocamos e ficamos, confidências e amigos, por muito e muito tempo. De repente, estamos cada um em seu lado, embora ainda ali, ao alcance. Tempo passa, cada vez mais, a distância, me pergunto se é só impressão, mas, a minha mão, não parece mais alcançar. Nos encontramos de novo, conversamos, quanto tempo faz, o que temos feito, por que não temos mais nos encontrado tão fácil? Pressa? Adeus. Uma sensação, de que algo está diferente... Mas eu ou o outro? Sei que vamos nos ver de novo, mas sinto receio onde havia antecipação. Me comporto como antes? Adiantaria? E como eu era exatamente? Convido pra alguma coisa, mas não há tempo. Bilhetes, que são respondidos com dias de diferença... quando respondidos.
Saindo, avisto com outras pessoas... estranhas. Bom saber que está bem, mas não lembrava de ser assim. Faz o que, eu, não julgava capaz. Não mais conheço? Ou nunca realmente conheci? Não sinto mais a confiança de qualquer intimidade. Na bem da verdade, as últimas conversas foram bem... ...de ambas as partes. Bom, deixa pra lá, talvez não fosse tão especial assim. Algo comum, enfim...
_________________________________________
Texto um tanto comtemplativo, mas atire a primeira bala de goma quem não reconhece de onde isso veio. Não, sério, atirem mesmo.
Saindo, avisto com outras pessoas... estranhas. Bom saber que está bem, mas não lembrava de ser assim. Faz o que, eu, não julgava capaz. Não mais conheço? Ou nunca realmente conheci? Não sinto mais a confiança de qualquer intimidade. Na bem da verdade, as últimas conversas foram bem... ...de ambas as partes. Bom, deixa pra lá, talvez não fosse tão especial assim. Algo comum, enfim...
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Texto um tanto comtemplativo, mas atire a primeira bala de goma quem não reconhece de onde isso veio. Não, sério, atirem mesmo.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Meu superpoder
Tenho uma habilidade muito pouco reconhecida. Eu posso dormir em qualquer lugar. Sério. Meu único limitante (no momento) é precisar de um lugar pra sentar, mas estou trabalhando nisso. Quase consegui dormir de pé uma vez, foi por pouco, mas ainda não cheguei no equilíbrio necessário. Enganam-se se pensam que isso foi uma habilidade que caiu do céu, que nasci com ela. Ela foi trabalhada arduamente durante meus anos de primeiro e segundo grau.
Se bem me lembro, lá pela primeira série, estava cansado numa das últimas aulas do dia, deitei na classe e fiquei um bom tempo assim, embora não exatamente dormindo. Um dos meus colegas dedo-duro comentou com a professora, e ela disse "Deixa ele, deve estar cansado". Mas naquela época isso era a exceção, normalmente alguem sempre te acordava. Foi só na sexta série que eu consegui maior margem pra dormir nas aulas, e então descobri o verdadeiro potencial desse ato: fazer os momentos chatos do dia passarem mais rápido.
Imagine só, poder cochilar na sala de espera do médico ou da coordenação da escola (eu era mandado pra lá de vez em quando), durante horas de uma viagem, quando estiver doente, desanimado, sem nada pra fazer, etc. Porém, naquela época, eu ainda necessitava de uma classe, algo em que deitar a cabeça e apoiar o corpo. Hoje em dia vejo como era inexperiente. Sem falar que pegava muito mal, acordar com marca do livro no rosto, baba escorrendo pela boca. Foi numa dessas que um engraçadinho da turma me deu apelido de Capitão Soneca.
- Colchão!
- Lençol!
- Cobertor!
- Travesseiro!
- Pela união dos seus poderes, eu sou... huaaah.... Zzzz...
Passei parte da oitava série imaginando alguma forma de dormir escorado pra trás ou pra frente na cadeira, e comecei a conseguir dormir quase encostando na carteira, mas ainda não era o suficiente. Ficava muito óbvio, precisava de um jeito de dormir que não chamasse tanto a atenção, e usar o braço pra escorar a cabeça estava ficando batido.
Foi somente no segundo ano do segundo grau que dominei um jeito de fazer com que o próprio pescoço segurasse o peso da cabeça, permitindo um cochilo muito mais discreto (não tentem fazer isso em casa crianças, precisa de um pescoço forte). Conseguia então simplesmente baixar a cabeça alguns graus e me deixar levar pelo sono.
O problema é quando esse superpoder(?) sai do controle. De uns tempos pra cá, quando tenho crises de sono ou cansaço, por mais que queira prestar atenção em alguma coisa ou me manter acordado, minhas pálpebras vão fechando e minha cabeça baixando. E eu nem noto. Estou no meio da aula quando de repente a sala é invadida por macacos dançantes, uma enxente ou qualquer coisa. É aí que eu noto que estou dormindo e tento acordar depressa, de vez em quando com um pulo da cadeira, que ou assusta ou faz as pessoas (que me conhecem) terem acessos de riso. Mas um dia eu chego à perfeição... de preferência aos poucos pra não cansar muito.
Se bem me lembro, lá pela primeira série, estava cansado numa das últimas aulas do dia, deitei na classe e fiquei um bom tempo assim, embora não exatamente dormindo. Um dos meus colegas dedo-duro comentou com a professora, e ela disse "Deixa ele, deve estar cansado". Mas naquela época isso era a exceção, normalmente alguem sempre te acordava. Foi só na sexta série que eu consegui maior margem pra dormir nas aulas, e então descobri o verdadeiro potencial desse ato: fazer os momentos chatos do dia passarem mais rápido.
Imagine só, poder cochilar na sala de espera do médico ou da coordenação da escola (eu era mandado pra lá de vez em quando), durante horas de uma viagem, quando estiver doente, desanimado, sem nada pra fazer, etc. Porém, naquela época, eu ainda necessitava de uma classe, algo em que deitar a cabeça e apoiar o corpo. Hoje em dia vejo como era inexperiente. Sem falar que pegava muito mal, acordar com marca do livro no rosto, baba escorrendo pela boca. Foi numa dessas que um engraçadinho da turma me deu apelido de Capitão Soneca.
- Colchão!
- Lençol!
- Cobertor!
- Travesseiro!
- Pela união dos seus poderes, eu sou... huaaah.... Zzzz...
Passei parte da oitava série imaginando alguma forma de dormir escorado pra trás ou pra frente na cadeira, e comecei a conseguir dormir quase encostando na carteira, mas ainda não era o suficiente. Ficava muito óbvio, precisava de um jeito de dormir que não chamasse tanto a atenção, e usar o braço pra escorar a cabeça estava ficando batido.
Foi somente no segundo ano do segundo grau que dominei um jeito de fazer com que o próprio pescoço segurasse o peso da cabeça, permitindo um cochilo muito mais discreto (não tentem fazer isso em casa crianças, precisa de um pescoço forte). Conseguia então simplesmente baixar a cabeça alguns graus e me deixar levar pelo sono.
O problema é quando esse superpoder(?) sai do controle. De uns tempos pra cá, quando tenho crises de sono ou cansaço, por mais que queira prestar atenção em alguma coisa ou me manter acordado, minhas pálpebras vão fechando e minha cabeça baixando. E eu nem noto. Estou no meio da aula quando de repente a sala é invadida por macacos dançantes, uma enxente ou qualquer coisa. É aí que eu noto que estou dormindo e tento acordar depressa, de vez em quando com um pulo da cadeira, que ou assusta ou faz as pessoas (que me conhecem) terem acessos de riso. Mas um dia eu chego à perfeição... de preferência aos poucos pra não cansar muito.
sábado, 29 de maio de 2010
Gafes
A vida, grande formadora que é, ensina que nunca se é jovem ou velho demais pra cometer uma gafe (vide nosso presidente). Tinha eu por volta de 12 anos quando meu Pai Biológico estava pra fazer uma viagem pros EUA, e disse que cuidava do resto das despesas contanto minha mãe pagasse minha passagem.
Vale a pena comentar o momento que conheci meu PB, pois serve de exemplo da mente abstrata infantil. Minha cara mãe, quando tinha eu 1 ano de idade, conheceu meu pai (não o que doou os genes). Eles se deram bem o suficiente pra decidiram morar juntos, sendo ele minha figura paterna desde que me conheço por gente. Vocês imaginam então minha surpresa quando, com uns 5 anos, sou apresentado a meu segundo pai. Peraí... onde está a câmera ou meu sabre de luz? Lembro que me disseram "Ele é médico" e "Ele te ajudou a nascer". Imaginei eu então, ao melhor estilo Mundo de Bob, que os médicos que realizam os partos eram também considerados pais dos bebês. Veja só você. Mas divago.
Tinha eu feito já um ano e meio de curso de inglês nessa época da viagem, por aquela clássica livre e espontânea pressão de mãe, porém sendo surpreendentemente (mesmo) um dos melhores alunos, meu inglês era considerável pra minha idade. Foi num estacionamento de um supermercado que aconteceu. Ela era uma mulher saindo/entrando no carro ao lado, e eu fui o primeiro a chegar na porta de trás da van, que era daquelas que você primeiro puxa e depois desliza pra trás.
Deslizando a porta, um barulho oco me fez perceber que ela tinha batido em alguma coisa, e virando noto que era a cara da tal mulher. Mas não foi isso. Eu, meio atordoado, tento me desculpar:
- Excuse me! - baixo a cabeça, termino de abrir a porta e entro na van, agradecendo as aulas de inglês. Afinal, não eram completamente inúteis (eu ainda não havia descoberto os RPGs de videogame).
Mas, no que eu disse isso, foi a mulher quem fez uma cara aturdida e deu um passo meio contrariado pro lado. Não entendi por que, mas minhas palavras deixaram ela mais surpresa do que levar uma porta na cara, e isso não me pareceu muito comum, por mais que ela morasse nos EUA. Compreendi o ocorrido somente quando dentro da van meu (meio) irmão menor perguntou pro meu pai o que eu tinha dito, e ele respondeu "Com licença". Claro, quando se pede desculpas se diz "Sorry", mas eu havia pedido, enérgica porém educadamente, pra mulher sair da porra do caminho da porta.
Houveram algumas outras gafes minhas nessa viagem, mas ainda menos engraçadas do que essa, então nem comentarei.
Vale a pena comentar o momento que conheci meu PB, pois serve de exemplo da mente abstrata infantil. Minha cara mãe, quando tinha eu 1 ano de idade, conheceu meu pai (não o que doou os genes). Eles se deram bem o suficiente pra decidiram morar juntos, sendo ele minha figura paterna desde que me conheço por gente. Vocês imaginam então minha surpresa quando, com uns 5 anos, sou apresentado a meu segundo pai. Peraí... onde está a câmera ou meu sabre de luz? Lembro que me disseram "Ele é médico" e "Ele te ajudou a nascer". Imaginei eu então, ao melhor estilo Mundo de Bob, que os médicos que realizam os partos eram também considerados pais dos bebês. Veja só você. Mas divago.
Tinha eu feito já um ano e meio de curso de inglês nessa época da viagem, por aquela clássica livre e espontânea pressão de mãe, porém sendo surpreendentemente (mesmo) um dos melhores alunos, meu inglês era considerável pra minha idade. Foi num estacionamento de um supermercado que aconteceu. Ela era uma mulher saindo/entrando no carro ao lado, e eu fui o primeiro a chegar na porta de trás da van, que era daquelas que você primeiro puxa e depois desliza pra trás.
Deslizando a porta, um barulho oco me fez perceber que ela tinha batido em alguma coisa, e virando noto que era a cara da tal mulher. Mas não foi isso. Eu, meio atordoado, tento me desculpar:
- Excuse me! - baixo a cabeça, termino de abrir a porta e entro na van, agradecendo as aulas de inglês. Afinal, não eram completamente inúteis (eu ainda não havia descoberto os RPGs de videogame).
Mas, no que eu disse isso, foi a mulher quem fez uma cara aturdida e deu um passo meio contrariado pro lado. Não entendi por que, mas minhas palavras deixaram ela mais surpresa do que levar uma porta na cara, e isso não me pareceu muito comum, por mais que ela morasse nos EUA. Compreendi o ocorrido somente quando dentro da van meu (meio) irmão menor perguntou pro meu pai o que eu tinha dito, e ele respondeu "Com licença". Claro, quando se pede desculpas se diz "Sorry", mas eu havia pedido, enérgica porém educadamente, pra mulher sair da porra do caminho da porta.
Houveram algumas outras gafes minhas nessa viagem, mas ainda menos engraçadas do que essa, então nem comentarei.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Utopia do Contrário
Imagino que o atual sistema letivo foi criado através de estudos sobre disposição e características humanas em um ambiente de aprendizado, além de mil outras firulas, mas ele simplesmente não se encaixa comigo. Já pararam pra pensar quantos temas diferentes vocês abordam por dia? Quantas aulas tem, quantas cadeiras de manhã, tarde e noite? Eu na verdade sempre fui ruim em escolher. Me dê 5 escolhas similares de papel de parede e veja o espetáculo de eu demorar 1 semana pra decidir. Já ouvi alguns comentários astrológicos de que isso é inerente ao signo de libra, mas eu nunca acreditei nessas coisas (apesar de acertarem algumas vezes). Sou uma pessoa muito inconstante apesar de metódica, não consigo dividir meu dia em pedaços e usar esses pedaços pra coisas diferentes variando o dia, e não, isso não é desculpa ou falta de organização, é como eu sou.
Enfim, tendo eu 3 cadeiras por dia, não sei qual delas estudar pra hoje, ou se estudo uma das 2 do outro dia, ou se pego a que mais me interessa, mas então eu estaria negligenciando as outras, mas do contrário eu ia estudar de cara amarrada e não ia ser muito produtivo.... enfim, acho que deu pra entender o ciclo. Resultado, não estudo nada ou estudo pouco de uma coisa, desistindo logo depois. Cá pensei eu com meus botões, "como seria bom se desse pra esgotar uma matéria por vez"... fazer as 60h de créditos daquela cadeira, depois passar pra outra, estudando ela todos os dias até acabar e mudar. Sim, devaneios de uma mente eternamente insatisfeita, que quer o que não pode e pode o que não quer.... provavelmente se fosse desse jeito estaria eu aqui dizendo que gostaria do contrário, que estudos comprovam ser melhor e etc. Como disseram alguns desses sábios criadores de livros de auto-ajuda (todos em palavras diferentes, é claro), quem não tem força pra mudar a si mesmo não a tem pra mudar o mundo.... mas se você consegue mudar um, pra que iria querer mudar o outro?
Enfim, tendo eu 3 cadeiras por dia, não sei qual delas estudar pra hoje, ou se estudo uma das 2 do outro dia, ou se pego a que mais me interessa, mas então eu estaria negligenciando as outras, mas do contrário eu ia estudar de cara amarrada e não ia ser muito produtivo.... enfim, acho que deu pra entender o ciclo. Resultado, não estudo nada ou estudo pouco de uma coisa, desistindo logo depois. Cá pensei eu com meus botões, "como seria bom se desse pra esgotar uma matéria por vez"... fazer as 60h de créditos daquela cadeira, depois passar pra outra, estudando ela todos os dias até acabar e mudar. Sim, devaneios de uma mente eternamente insatisfeita, que quer o que não pode e pode o que não quer.... provavelmente se fosse desse jeito estaria eu aqui dizendo que gostaria do contrário, que estudos comprovam ser melhor e etc. Como disseram alguns desses sábios criadores de livros de auto-ajuda (todos em palavras diferentes, é claro), quem não tem força pra mudar a si mesmo não a tem pra mudar o mundo.... mas se você consegue mudar um, pra que iria querer mudar o outro?
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Aceita ou Contradiz?
Essa teoria foi criada entre um grupo de colegas meus. Vamos jogar um joguinho. Pronto? Lá vai! Escolha rápido, cara ou coroa?
A lógica por trás é bem simples, você é apresentado a duas escolhas muito similares, o que muda nelas é a ordem. Caso tenha escolhido coroa, você é uma pessoa que tende a contrariar, pois notando que passaram cara como primeira opção (em posição de destaque), escolheu coroa numa tentativa de "contrabalancear" ou "contradizer" a outra pessoa. Caso você tenha escolhido cara, quer dizer que é uma pessoa receptiva, pois escolheu a primeira sugestão que ouviu. Claro que isso também varia pela impressão que a outra pessoa te passa, caso ela seja alguém agradável pra você ou não, mas acho que entenderam a idéia mesmo que a teoria não tenha o ISO-9000 de aprovação do Inmetro (estamos trabalhando nisso).
Apesar de ser sobre meus gostos e sobre assuntos que quiser tratar, o blog vai ter alguma ênfase nisso de contradizer, coisa que faço relativamente bem, modéstia à parte, graças ao meu raciocínio torto. Mas não pensem que vai ter política, futebol ou religião sendo discutidos aqui, passo longe disso. Movimento Anarmônico afinal, na física, significa um movimento cíclico, cuja variação em função do tempo não segue uma função harmônica. Assim, sua forma Simples ajuda a compor a sigla MAS! Me chamem de nerd se quiserem, mas na verdade a idéia foi tirada de um fórum. Havia vários movimentos de reivindicação bobos como "MQFF - Movimento Queremos Ficha de Fliperama", e entre eles notei a sacada de uma pessoa que colocou seu movimento como sendo "Movimento Uniformemente Variado". Como oportunista que sou, tentei fazer como todas as pessoas bem sucedidas no mundo de hoje: copiar melhorando. Achei então essa ilustre e criativa(?) idéia de nome engraçadinho para algo que não tem realmente uma identidade bem definida, mas vá lá...
Falando um pouco sobre mim... minha atividades são basicamente: Faculdade de Ciências da Computação, bolsa de pesquisa que não vem ao caso (está me dando dor de cabeça), muitas traduções de textos em inglês e japonês, edição (básica) de imagens, jogos semanais de tênis, futebol e volei além de tocadas de guitarra e ensaios como baterista. Também vejo filmes, jogo videogame, bebo raramente com os amigos e leio coisas que me interessam, em particular vale citar que adoro mangás.
Apesar de fazer isso tudo, não conheço pessoa mais medíocre do que eu. Falo sem o tom depreciativo, digo medíocre no sentido de não chamar atenção ou me exceder em coisa alguma (pelo menos na visão geral). Alguns até me consideram inteligente, e eu também pensava que era até ir pra faculdade.Tenho um senso de humor bastante peculiar, o suficiente pra me achar engraçado apesar da maioria não. Com tudo isso que faço, eu realmente não precisava de mais uma atividade neste momento, mas um blog me parece uma válvula de escape tão boa quanto qualquer outra (afinal, o que são hobbies além de você tentando extravasar alguma coisa que normalmente não tem oportunidade?)
A lógica por trás é bem simples, você é apresentado a duas escolhas muito similares, o que muda nelas é a ordem. Caso tenha escolhido coroa, você é uma pessoa que tende a contrariar, pois notando que passaram cara como primeira opção (em posição de destaque), escolheu coroa numa tentativa de "contrabalancear" ou "contradizer" a outra pessoa. Caso você tenha escolhido cara, quer dizer que é uma pessoa receptiva, pois escolheu a primeira sugestão que ouviu. Claro que isso também varia pela impressão que a outra pessoa te passa, caso ela seja alguém agradável pra você ou não, mas acho que entenderam a idéia mesmo que a teoria não tenha o ISO-9000 de aprovação do Inmetro (estamos trabalhando nisso).
Apesar de ser sobre meus gostos e sobre assuntos que quiser tratar, o blog vai ter alguma ênfase nisso de contradizer, coisa que faço relativamente bem, modéstia à parte, graças ao meu raciocínio torto. Mas não pensem que vai ter política, futebol ou religião sendo discutidos aqui, passo longe disso. Movimento Anarmônico afinal, na física, significa um movimento cíclico, cuja variação em função do tempo não segue uma função harmônica. Assim, sua forma Simples ajuda a compor a sigla MAS! Me chamem de nerd se quiserem, mas na verdade a idéia foi tirada de um fórum. Havia vários movimentos de reivindicação bobos como "MQFF - Movimento Queremos Ficha de Fliperama", e entre eles notei a sacada de uma pessoa que colocou seu movimento como sendo "Movimento Uniformemente Variado". Como oportunista que sou, tentei fazer como todas as pessoas bem sucedidas no mundo de hoje: copiar melhorando. Achei então essa ilustre e criativa(?) idéia de nome engraçadinho para algo que não tem realmente uma identidade bem definida, mas vá lá...
Falando um pouco sobre mim... minha atividades são basicamente: Faculdade de Ciências da Computação, bolsa de pesquisa que não vem ao caso (está me dando dor de cabeça), muitas traduções de textos em inglês e japonês, edição (básica) de imagens, jogos semanais de tênis, futebol e volei além de tocadas de guitarra e ensaios como baterista. Também vejo filmes, jogo videogame, bebo raramente com os amigos e leio coisas que me interessam, em particular vale citar que adoro mangás.
Apesar de fazer isso tudo, não conheço pessoa mais medíocre do que eu. Falo sem o tom depreciativo, digo medíocre no sentido de não chamar atenção ou me exceder em coisa alguma (pelo menos na visão geral). Alguns até me consideram inteligente, e eu também pensava que era até ir pra faculdade.Tenho um senso de humor bastante peculiar, o suficiente pra me achar engraçado apesar da maioria não. Com tudo isso que faço, eu realmente não precisava de mais uma atividade neste momento, mas um blog me parece uma válvula de escape tão boa quanto qualquer outra (afinal, o que são hobbies além de você tentando extravasar alguma coisa que normalmente não tem oportunidade?)
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